quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Mies Van Der Rohe e a Cadeira Barcelona



Ludwig Mies van der Rohe: Foi um arquiteto alemão, naturalizado estado-unidense, considerado um dos principais nomes da arquitetura do século XX.
Foi professor da Bauhaus e um dos formadores do que ficou conhecido por International Style, onde deixou a marca de uma arquitetura que prima pela clareza e aparente simplicidade. Os edifícios da sua maturidade criativa fazem uso de materiais representativos da era industrial, como o aço e o vidro, definindo espaços severos, mas que transmitem uma determinada concepção de elegância e cosmopolitismo.
Bauhaus: Já identificado com as novas tendências da arquitetura, Mies é convidado a lecionar na escola vanguardista de arquitetura Bauhaus, fundada pelo seu colega e crítico – Walter Gropious. Pertencem a este seu período algumas peças de mobília modernista, onde aplica novas tecnologias industriais, que viriam a se tornar particularmente populares até os dias de hoje, como a Cadeira Barcelona (e a mesa).
Cadeira Barcelona: Foi apresentada no Pavilhão Alemão para a Feira Internacional de Barcelona em 1929. Até hoje é uma das cadeiras mais apreciadas por designers de produto, é composta por 2 peças de aço tubular        (encosto e apoio para pés). A cadeira Barcelona, faz parte de um projeto completo de design de interior, composta por mesas, bancos e outros mobiliários.
 Beijinhos

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Simon Rodia – Arte Marginal Parte 2

Tudo começou em 1921, quando Simon adquiriu uma pequena parcela de terreno de forma triangular em Watts, Los Angeles. Simon tinha desejo de fazer “algo grande”, e esse desejo não esmoreceu devido aos obstáculos, como, às limitações do terreno e a falta de dinheiro. Simon então utilizou essencialmente lixo e ferro velho: (Isso mesmo, pode acreditar). Molas de colchão para as armaduras das paredes, tubos de ferro para a estrutura, arame, cacos de vidro, cacos de cerâmica, conchas do mar, e etc. Ligou tudo isso com argamassa de cimento e ao conjunto chamou de “Nuestro Pueblo”.
As torres lembram vagamente algumas obras de Gaudí, nomeadamente a Sagrada Família, em Barcelona. Tem a intenção de evocar simbolicamente o barco de Marco Pólo com os seus mastros e velas aparelhadas, a mais alta torre alcança os 30m de altura. Conta-se que Simon não usou andaime para as construir...(esquisito).
Após concluir a obra, em 1954, deixou o local e doou a propriedade a um vizinho. Morreu alguns anos mais tarde, em 1965, sem nunca ter regressado a Watts. Nesse meio tempo as autoridades municipais da cidade quiseram demolir as torres, alegando ser por razões de segurança, mas não chegaram a fazê-lo. A publicidade do conjunto, entretanto, ia crescendo e o município de Watts acabou por reconhecer a sua importância. Agora são parte integrante da Rede de Parques do Estado da Califórnia e patrimônio cultural e artístico da cidade de Los Angeles.
 
 
 
Beijinhos

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Arte Bruta e Arte Marginal:


Arte Bruta: é uma coleção de artes feitas por pessoas sem treinamento em arte. Essas pessoas são livres para criar obras de arte de verdadeira expressividade.

Em 1945 o artista Jean Dubuffet pesquisa setores pouco estudados como a arte dos primitivos e dos doentes mentais, em 1948 ele cria a Cia. da Arte Bruta em Paris com os escritores André Breton e Jean Paulhan e publica um manifesto "a arte bruta superior às artes culturais".

 Arte Marginal: Arte que faz intercâmbio com a arte bruta, pois descreve a arte criada pelos não artistas. São todas aquelas que estão por fora das regras do normal.

Ferdinand Cheval (1836 – 19 de agosto de 1924) foi um carteiro francês que passou 33 anos da sua vida construindo o Palais Idéal (Palácio Ideal, em português) que é considerado um exemplo extraordinário de arquitetura naif, ou arte primitiva moderna, aquela arte cujos artistas não têm preparação acadêmica.



É mesmo extraordinário!!
Beijinhos!
 




quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Algumas Informações sobre iluminação

 
A foto acima mostra um recurso que está sendo muito utilizado, o Up Light.
Up Light é um artificio para iluminar elementos de forma vertical, podendo ser árvores, arbustos de jardim, estatuas e edificações. Consiste basicamente em colocar projetores no solo voltados para o objeto que deseja iluminar. Importante lembrar que quanto mais próximo do objeto, mais sombras e marcas podem aparecer, o ideal para se conseguir esse efeito é manter os projetores afastados, e usar lâmpadas refletoras que são as indicadas para efeitos como este.
 
 
Já esta outra foto mostra o efeito Down Light que designa um termo genérico para luminárias próprias para forros de tetos diversos. Compõe-se de um corpo refletor interno, dissipador de calor; aro de acabamento externo; elementos de fixação no forro, soquetes para lâmpadas. Chama-se Down Light pois o foco de luz vem do teto para o chão. 
 
Bem, assim me despeço.

Fontes: Site Mercolux, e fotos Google!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

LED DOT-it (OSRAM)

 
Gente, adorei essas Lampadas LED- DOT it, são super práticas, pode levar pra onde quiser, elas funcionam com pilhas AAA e possuem inteligentes opções de instalação: suporte adesivo, imã, anel ou velcro. Assim, podem ser facilmente utilizadas em qualquer lugar, especialmente onde não há energia elétrica ou onde passar fios de rede elétrica é complicado.

 
Essa lâmpada é a DOT-it Waterproof, é a prova d'água e emborrachada, pode ser usada na piscina, banheira, aquarios, é de fato uma luminária para qualquer lugar. Pode ser usada também fora de casa, em acampamentos e viagens. Não é demais??? Funciona até uma profundidade de 2,5 metros, e o melhor, ela até flutua!! Funciona com 3 LEDs super claros, e tem 70mm de diâmetro e 24mm de comprimento.

Bem legal não é??

Beijinhos
 
Fonte: Site OSRAM